E então ele corre.
Se esconde atrás de cada tentativa de fuga.
Permaneceu tempos submerso e agora é lançado ao inflamável.
E então ele se corta.
Corta qualquer fio que o mantinha preso a superfície.
Mal sabia que o quê os interligava era a impossibilidade de permanência.
Quando se debruçaram sobre o chão, eram quase invisíveis - Mas não suficientemente intocáveis para não molharem.
Os que foram cometidos hoje, com toda a certeza do mundo, foram melhores do que os de ontem.
(…) Do que os de sempre.
I feel.
Yes, I do. But I won’t say that.
But I won’t say that I just feel from the inside - And you can’t achieve a feeling.
You know: I can’t change that.
And don’t matter how hard I try - I won’t leave this place.
I won’t let to be what I am.
Respiro, então, impossibilidades.
Inconsequências.
Cálculos.
Cada ação milimetricamente mal calculada.
Tentativas que se perdem em todas as horas nunca exatas.
Se desfazem entre palavras nunca ditas.
Se pronunciam subitamente através da voz que nunca foi identificada.
Tentativas que nunca saíram do papel em branco.
(…)Que nunca existiram.
Espero pelo que não vai vir.
Espero por horas.
Por chamados.
Por palavras.
Por omissões.
Por segredo.
Por abandonos.
Por falta de falta.
Por esconderijos.
Silêncio,
Tempestades,
Credulidade,
Ondas,
Contemplação,
Sentidos,
Contrariedade,
Razão,
Erro,
Vontade,
Permanência,
Engano,
Serenidade,
Contrariedade;
Dúvida.
Resposta.
Espero por mim - Que não voltei mais.
Irreversivelmente escondidos entre palavras nunca antes pronunciadas.
Só quis voltar para dizer que decidi ir - Antes mesmo de chegar.
Eu vou ficar quase bem.
Eu sei - e você sabe - que sim.
That’s so weird.
Not yet.
Could you make it shallow, so that I can feel the rain?